Postado em 06 de Setembro de 2011 por Fábio Ulhoa Coelho
Quando visitei a Bienal de Veneza (54ª. Exposição Internacional de Arte), ouvi mais risos que a dose habitual em exposições de arte. E eram risos soltos, abertos, de quem estava realmente se divertindo; nada dos sarcásticos, costumeiramente ouvidos nestes ambientes, como enigmáticas e desalentadas críticas pairando no ar.
Postado em 18 de Abril de 2011 por Fábio Ulhoa Coelho
Li concomitantemente Não há silêncio que não termine, de Ingrid Betancourt, e Confissões, de Santo Agostinho.
Comecei pelo relato de Betancourt, seus sete anos de cativeiro na selva, refém das FARCs. Narrativa de sofrimento intenso, li-a com vagar, entremeando pausas nas quais a mente, fatigada de tantos horrores, buscava alívio em texto menos doído.
São duas histórias de libertação.
Postado em 25 de Novembro de 2010 por Fábio Ulhoa Coelho
Li o Teoria geral dos contratos empresariais, de Paula Forgioni.
A amiga Paula escreveu o livro que precisava ser escrito sobre o assunto.
Postado em 12 de Novembro de 2010 por Fábio Ulhoa Coelho
Li o Histoire critique des monopoles – une perspective juridique et économique, de Calixto Salomão Filho.
O livro fala de dificuldades, sugeridas como um tanto intransponíveis; e de como o direito deve ajustar-se em face delas.
Postado em 21 de Outubro de 2010 por Fábio Ulhoa Coelho
Assisti ao Três solos e um dueto, com Mikhail Baryshnikov e Ana Laguna.
Ele está sexagenário; ela, cinquentenária. No espetáculo, nos quatro números, recorre o tema “amadurecimento”, eufemismo para o tempo das limitações crescentes.
Postado em 14 de Outubro de 2010 por Fábio Ulhoa Coelho
Li The Idea of justice, de Amartya Sen.
O livro é do economista indiano, ganhador do prêmio Nobel, que, vez por outra, transita pela filosofia política. Uma leitura realmente proveitosa, que há tempo não tinha.
Postado em 30 de Setembro de 2010 por Fábio Ulhoa Coelho
É mesmo como dizem – a casa em que viveu a criança fica menor quando o adulto a conhece.
Num sábado chuvoso, completamente inesperado, revisitei a casa no Itaim‑Bibi (São Paulo) em que morei, com pais e irmãos, até me formar na faculdade.
Postado em 24 de Agosto de 2010 por Fábio Ulhoa Coelho
Li o “Vivre plus lentment – un nouvel art de vie”, de Pascale d’Erm, com belíssimas fotografias de Elie Jorand (Editora Ulmer).
A história de como conheci este livro vale a pena ser contada. Começa quando, em julho passado, Mônica e eu estávamos em Orvieto, na Itália.
Postado em 10 de Agosto de 2010 por Fábio Ulhoa Coelho
Foi lançado “Por que punir? – a teoria geral da pena”, livro de Tatiana Viggiani Bicudo.
A questão discutida nesta obra interessa não somente aos acadêmicos (e, entre estes, não apenas aos juristas), mas a todos que se preocupam com o sentido (e eficácia) do direito penal na sociedade contemporânea. De um lado, a democracia só consegue conviver com a noção de pena com caráter re-educativo; mas não vemos muitos criminosos re-educados por aí.
Postado em 15 de Julho de 2010 por Fábio Ulhoa Coelho
Na Itália, fui conhecer o novo museu de arte, o MAXXI – Museo Nacionale delle arti del XXI secolo.
A aguardada inauguração do MAXXI, em 30 de maio último, representou, sem dúvida, o maior evento das artes visuais nos últimos anos. Desconfio que o lugar se tornará minha visita obrigatória, sempre que estiver em Roma.